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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Imagine Louis Tomlinson - Parte 2


No capitulo anterior:
"-Você disse que... não é bonito?
Você perguntou.
- Cara, eu sou feio!"
Você olhou pra frente, e eu continuei a te encarar.
- Não entendo como uma pessoas do seu tipo, pode estar dizendo uma coisa dessas! - você me olhou novamente - Sinceramente, eu não consigo entender!
Você disse.
- Como assim, "pessoas do meu tipo?"
Eu disse fazendo aspas com as mãos.
- Pessoas como... como...como você!
Você enrolou pra falar.
- Ta bom, mas como pessoas como eu?
- Ah, eu to falando de pessoas que se valorizam. Você se valoriza, você é humilde, Louis. Coisa que eu não aprendi a ser. - você voltou a encarar as flores na sua frente - Você estava certo em dizer que me.achava metida, porque eu sou metida. Modestamente, minha família tem muito dinheiro. Em certas partes isso é bom, mas muito de uma coisa só faz mal! Eu quero dizer que, eu tenho tudo o que eu quero e, não me valorizo. Ainda assim, não me valorizo! Não me acho bonita, eu acho que estou um pouco acima do peso, me acho alta de mais pro meu tamanho. Essas coisas, que vai ser difícil de você entender.
Você se revelou naquele momento. Confessou tudo! Pois aquele nó que estava em sua garganta, pra fora. Eu fiquei sem palavras.
- ... Não sei o quê dizer, Seu/Nome.
- Que tal: Sim você é uma menina mimada, gorda, uma girafa e com uma cara horrorosa!?
- Não acredito que você disse isso! - eu me levantei, e me ajoelhei na sua frente - Você não tem o direito de dizer isso. Seu/Nome, verdadeiramente, você é a menina mais linda que eu ja vi! E eu sei que, no fundo desse seu coração de garota mimada que não se aceita, tem uma menina humilde. Você é uma menina muito especial, Seu/Nome. Eu nunca conheci uma menina assim, como você!
Seus olhos brilharam, e uma lagrima caiu de seu rosto. Eu rapidamente à limpei.
Com um movimento rápido, você me abraçou. Um abraço tão, gostoso, que eu poderia ficar ali, minha vida inteira.
- Obrigado, Louis! Muito obrigado.
Você se desabraçou, mas eu continuei com meus braços na sua cintura, e você com o seus em meu pescoço.
Estávamos bem próximos um do outro.
Involuntariamente, você me deu um selinho, demorado. Eu aprofundei o beijo.
Me senti um virgem! Eu desconhecia sua boca, era especial,  carnuda e vermelha.
Paramos o beijo, quando o ar deu à faltar. Você me olhou, com um brilho nos olhos que só você tinha quando me olhava.
Você correu pra dentro de sua casa, me deixando ali.
Eu passei minha mão nos meus lábios, você beija muito bem. Mesmo pra quem nunca tinha beijado. Eu sorri.
... três anos se passaram ...
Toda a vez que nossos olhares de se encontravam, você saia de perto de mim. Eu sabia que você queria mais. E de novo, ficamos só no "Oi" e "Tchau".
Isso já estava me cansando.
Hoje era aniversario de sua mãe.
E sim, eu fui à sua casa.
Nesses três anos meus pais se separaram, eu estava bem triste.
Você não me via desde esse acontecimento.
Chegamos na sua casa, como de costume iria ser só minha família e a sua. Melhor falando, minha família é minha mãe e eu.
Entramos. Seu pai estava na sala de estar, sua mãe na cozinha e você no seu quarto.
Eu e minha mãe cumprimentamos os dois.
- Louis, será que você poderia ir chamar a Seu/Nome, para vir cumprimentar sua mãe? Por favor?
Sua mãe perguntou gentilmente. Eu assenti e sorri.
Subi as escadas. Tinha varias portas. Feitas de estrutura de madeira. Uma, duas, três, quatro. A quarta porta, estava com uma plaquinha vermelha escrito: "Seu/Nome".
Obviamente, era seu quarto.
Bati três vezes, e nada. Resolvi abrir. Ninguém estava lá.
Escutei uma voz doce cantando Avril Lavigne, era você.
A voz vinha da última porta, estava entre aberta. Eu abri um pouco mais a porta, e te vi. Você estava de costas para a porta, um manequim estava à sua frente. Parece que você estava tirando medidas.
- Seu/Nome? - eu te chamei.
Você não escutou.
- Seu/Nome? - falei um pouco mais alto. Você ainda não me escutava.
Estava com fones azuis nos ouvidos.
Resolvi entrar, fui até você e te cutuquei.
Você pulou de susto! Estava assustada.
- Calma, sou só eu! - eu disse tetando aliviada.
- Desgraçado! - você começou a me bater. Eu segurei suas mãos no alto.
- Para! Não adianta me bater. - eu te soltei - Sua mãe esta te chamando.
Eu disse sincero. Olhando bem no fundo de seus olhos. Você me olhou e assentiu.
Fui em direção a porta.
- Louis... - você falou em meio de súplicas - Eu sinto muito, pelo seu pai e sua mãe.
Eu te olhei, você estava sendo verdadeira.
Eu assenti e saí.
À noite correu muito bem, se é que você se lembra. Eu e você estávamos sentados no sofá assistindo algo nada interessante.
- Quero te mostrar uma coisa. - você disse se levantando.
Eu te segui. Fomos até seu quarto.
Você entrou dentro de seu "closet" e saiu de lá com um suéter preto.
- Eu fiz, pensando em você. - você sorriu tímida.
- É muito bonito! Suas mãos trabalham muito bem! - eu disse.
Você mais uma vez sorriu, sussurrando um "Obrigado".
- Encare esse presente como algo que eu poça te consolar, porque, eu não sei o que fazer. Eu não sei o que é ter os pais separados. - você disse triste.
- Aliás, tem uma coisa que você pose fazer para me consolar, sim. Ou melhor duas coisas.
Você me olhou confusa.
- Primeira coisa: Você tem que se aceitar, do jeitinho que você é! Você é perfeita, Seu/Nome. Saiba disso!
Você sorriu sem-graça com isso.
- Segunda coisa: Seu/Nome, fica comigo? Eu prometo que vou ficar bem melhor! Fica?
Você me olhou, com tristeza, dúvida.
- Eu tenho medo, Louis... - você disse se virando.
- Eu prometo, que eu vou te fazer a garota mais feliz do mundo! - eu disse te abraçando.
- Não precisa ficar insegura. - eu disse te virando.
- Não estou insegura, mas é que... - sua voz falhou, você se aproximou, colocou suas mãos eu meu pescoço e simplesmente em beijou.

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